Coretta Scott King, foi uma escritora e ativista dos direitos iguais dos negros e das mulheres nos Estados Unidos da América e em todo o mundo. Viúva do ativista Martin Luther King Jr, Coretta fundou em 1968 o Centro King, entidade para auxiliar a promover a igualdade racial.

Nascida no dia 27 de abril de 1927 no Alabama, ela se envolveu nas causas sociais muito antes de conhecer Martin Luther King Jr.

Menos famosa que o marido, um dos principais líderes do movimento por direitos civis nos Estados Unidos, mas não menos importante, Coretta Scott King foi uma grande ativista por direitos dos negros e das mulheres no mundo.

Nascida e criada no Alabama, estado do sul dos Estados Unidos, a família de Scott King sofreu com racismo: a casa e o moinho foram queimados por supremacistas brancos.

“A liberdade nunca é realmente conquistada. Você merece e ganha em cada geração.”

A princípio ela se formou como a melhor da classe no ensino médio, e foi para a faculdade em Ohio, onde se envolveu com a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor do campus e o movimento negro. Ela também desafiou um decreto que proibia estudantes negros de ensinarem nas escolas locais.

Conheceu o marido em Boston, onde se formou em Música. Os dois se casaram em junho de 1953 e, no ano seguinte, voltaram para o Alabama, onde ele trabalharia como pastor.

Além de lutar por direitos de pessoas negras, Scott King ao mesmo tempo era crítica feroz da guerra do Vietnã e comprometida com a paz global. Em 1957, ela ajudou a fundar o Comitê por uma Política Nuclear Sana.

Levou o marido para a Índia em 1959, a fim de que aprendessem sobre o trabalho de Gandhi. Em 1962, na Conferência pelo Desarmamento de Geneva, na Suíça, ela representou a Greve das Mulheres pela Paz.

“Temos muito mais trabalho a fazer em nossa luta comum contra a intolerância e a discriminação”.

Logo depois do assassinato de Martin Luther King Jr. em Memphis, no dia 4 de abril de 1968, Scott King assumiu a liderança da luta por igualdade racial. Também se tornou ativa no movimento feminista e por direitos LGBT.

Graças ao seu esforço, fez do aniversário do marido um feriado nacional, e fundou o Centro King, em Atlanta, em memória a ele. Scott King viveu até os 78 anos e morreu em 30 de janeiro de 2006, no México, vítima de um câncer no ovário.

Como resultado, ela foi a primeira afroamericana a ser velada no capitólio da Geórgia . Seu funeral em Atlanta teve mais de 10 mil pessoas, inclusive quatro de cinco presidentes e ex-presidentes que ainda estavam vivos.

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