Nenhuma capital terá 50% ou mais de mulheres em suas Câmaras municipais a partir de 2021.

A representatividade feminina vai de 4% a 31%.

As capitais que terão proporcionalmente mais vereadoras mulheres serão Porto Alegre (31%), Belo Horizonte (27%), Natal (24%), São Paulo (24%) e Florianópolis (22%).
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Em seguida, vêm Curitiba (21%), Fortaleza (21%), Palmas (21%), Salvador (21%), Rio de Janeiro (20%), Recife (18%), Aracaju (17%), Boa Vista (17%), Belém (17%), Teresina (17%), Maceió (16%), São Luís (16%), Goiânia (14%), Vitória (13%) e Rio Branco (12%).

Na parte de baixo da lista estão Porto Velho (10%), Manaus (10%), Cuiabá (8%) e Campo Grande (7%).

João Pessoa (4%) é a última colocada.

Os dados foram compilados pela organização Gênero e Número, a partir de dados do TSE.

Os valores são muito inferiores ao número de mulheres no Brasil. Segundo o tribunal, as mulheres são 52% do eleitorado.

Apesar da baixa representatividade, o percentual de mulheres eleitas para as Câmaras municipais aumentou: de 13,5% em 2016 para 16% em 2020.

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